domingo, 24 de abril de 2011

calculos da páscoa


            
      Nesta páscoa me lembrei de uma duvida pertinente, acho que não só 
a mim, de quando é a páscoa, porque todo o ano é em uma data diferente. 
Bem, depois de muita pesquisa eu descobri que a páscoa (que significa 
“passagem através”), a maior e mais importante festa da cristandade, é 
comemorada no primeiro domingo após a primeira lua cheia depois do 
equinócio de primavera, sempre entre 22 de Março e 25 de Abril, 
também conhecido como 163° dia antes do ano novo judaico, marcando
 a ressurreição de Jesus para os cristãos e fuga do povo judeu 
escravizado no Egito. Esta data foi instituída em 325 d.c. no 
primeiro concílio de Nicea (Reunião universal que trata de 
questões cristológicas).              
     O famomoso matemático Gauss bolou um calculo pra descobrir
 quando vai ser a Páscoa:

                                Definem-se 5 valores, tendo em conta que MOD (x,y) significa o resto 
da divisão de x/y   Operações:

1) Calcula-se o valor de P dado por P= 22 + d + e
    se P for inferior ou igual a 31, a Páscoa será no dia P de Março. Mas se P for maior que 31, então
2) calcula-se P'= d + e - 9 e a Páscoa será no dia P' de Abril. Mas, se P' for superior a  25, então
3) calcula-se P'' = P' - 7 e a Páscoa será a P'' de Abril, já que não pode ser celebrada em data posterior a 25 de Abril.


Pode fazer o cálculo com
o script seguinte:

ANO
(4 dígitos):
             


Páscoa:                            

Carnaval:                      
   
Dia da Ascensão:                  
Domingo de Pentecostes:     
Corpo de Deus:
            


A fábrica de pão




Quando eu era pequeno sempre quis saber como era uma fabrica de pão. Todos os dias, enquanto tomava meu café-da-manhã, eu ficava imaginando que todo o dia a fumaça das chaminés acordava mais cedo que todos, pra fazer pão, sonho, bolo, tudo pra fazer o café ficar mais feliz, e assim fazendo tudo andar no ritmo. Mas se um dia chovesse canivete, a fábrica ficaria em pedaços, todos sem pão e os funcionários sem função e desolados, o patrão sobre os escombros do sonho, o qual dera o sangue pra concretizar, choraria. Mal amanheceria, e todos comovidos com seus corações de manteiga derretida e sem café, seguiriam em romaria, juntariam os farelos do patrão com um pouco de coração de manteiga e fermento, aqueceriam tudo até o ponto certo para o dia a fabrica apitar e tudo voltar ao normal.